Sylvia Day - Crossfire 05 - Todo Seu {Trecho 7 ~ Tradução} ~ Feliz aniversário, Sylvia!



Oi pessoas!

Hoje é aniversário da Sylvia Day, e para comemorar, adivinhem! Ela liberou mais um trecho de 'Todo Seu', o 5o e último livro da tão falada série Crossfire!

Acalmem-se porque a espera está quase terminando! Em menos de um mês já poderemos ter o livro em nossas sedentas mãos! Afinal, o lançamento é dia 05 de abril!

Lembrando o esqueminha básico das traduções de cada dia do blog: se for reproduzir a tradução em algum lugar, não deixe de dar os créditos ao blog!

E agora, vamos ao que realmente interessa!





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Sinopse:
"Gideon Cross. Me apaixonar por ele foi a coisa mais fácil que eu já fiz. Aconteceu instantaneamente. Completamente. Irrevogavelmente.

Casar com ele foi a realização de um sonho. Continuar casada com ele era a luta da minha vida. O amor transforma. O nosso é tanto um refúgio da tempestade quanto a mais violenta das tempestades. Duas almas danificadas juntas em uma.

Enterramos nossos profundos e feios segredos um no outro. Gideon é o espelho que reflete todas as minhas falhas...e toda a beleza que eu não posso ver. Ele me deu tudo. Agora, tenho que provar que eu posso ser sua rocha, o abrigo que ele é para mim. Juntos, nós podemos enfrentar aqueles que trabalham tão arduamente para ficar entre nós.

Mas a nossa maior batalha pode estar nos nossos votos que nos dão forças. Comprometer a amar era apenas o começo. Lutar por ele iria nos deixar livres ... ou iria nos separar.

Dolorosa e sedutoramente pungente, Todo Seu é o final tão aguardado da saga Crossfire, a lancinante história de amor que cativou milhares de leitores pelo mundo."

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Trecho 7 [Eva]
Quando deu a hora do meu primeiro intervalo, ainda era muito cedo em Oceanside, California, então mandei uma mensagem para o meu pai em vez de fazer uma ligação.

"Me avise quando acordar, ok? Preciso te contar uma coisa.". E já que eu sabia que ser um policial assim como pai fazia de Victor Reyes uma pessoa preocupada, adicionei: "Não é nada ruim, apenas algumas notícias.".

Nem bem tinha colocado o celular de volta no balcão para pegar o café quando ele começou a tocar. O belo rosto de meu pai iluminou a tela, sua foto mostrava os olhos cinzas que eu tinha herdado dele.

E então fui atingida por um nervosismo. Quando alcancei o celular, minha mão estava tremendo. Eu amava muito meus pais, mas sempre achei que meu pai sentia as coisas mais profundamente do que a minha mãe. E enquanto minha mãe nunca hesitava em apontar as maneiras que eu poderia arrumar minhas falhas, meu pai parecia não perceber que eu as tinha. Desapontá-lo... machucá-lo... só de pensar nisso já era brutal.

— Oi pai. Como você está?

— Essa é a minha pergunta, querida. Estou como sempre. E com você? O que está acontecendo?

Me aproximei da mesa mais próxima e sentei em uma das cadeiras para me acalmar.

— Eu disse que não era nada ruim e mesmo assim você parece preocupado. Eu acordei você?

— É meu trabalho me preocupar. — Ele disse, com um toque de diversão na voz. — E eu estava me arrumando para corer antes de sair para trabalhar, então não, você não me acordou. Me diga qual é a sua notícia.

— Uh... — Com a garganta apertada por lágrimas, foi difícil engolir. — Jesus, isso é mais difícil do que eu pensei que seria. Eu disse para o Gideon que era com a mãe com quem eu estava preocupada, que com você seria fácil, e aqui estou eu tentando—

— Eva.

Respirei profundamente.

— Gideon e eu fugimos e nos casamos.

A linha ficou estranhamente quieta.

— Pai?

— Quando? — A rispidez em sua voz acabou comigo.

— Algumas semanas atrás.

— Antes de você vir me ver?

Limpei a garganta.

— Sim.

Silêncio.

Ah, Deus. Totalmente brutal. Há apenas algumas semanas eu contei para ele sobre o abuso de Nathan e aquilo quase o quebrou. Agora isso...

— Pai… Você está me deixando assustada. Nós fomos para as ilhas e foi lindo, tão lindo. O hotel que ficamos faz casamentos o tempo todo, eles tornaram tudo tão fácil... Como Las Vegas. Tem um oficial 24 horas e alguém que cuida das licenças. Era o momento perfeito, você sabe. A oportunidade perfeita. — Minha voz quebrou. — Pai… por favor, diga alguma coisa.

— Eu… Eu não sei o que dizer.

Uma lágrima quente desceu pelo meu rosto. Minha mãe tinha escolhido o bem acima do amor, e Gideon era um ótimo exemplo do tipo de homem que minha mãe tinha escolhido ao invés do meu pai. Eu sabia que isso era um grande preconceito pelo qual meu pai teria que passar por cima, e agora nós tínhamos esse obstáculo.

— Nós ainda vamos fazer um casamento. — Eu disse à ele. — Nós queremos nossos amigos e familiares conosco quando dissermos nossos votos...

— Era isso que eu estava esperando, Eva. — Ele resmungou. — Caramba. Parece como se o Cross tivesse roubado algo de mim! Sou eu quem deveria entregar você, eu estava trabalhando nisso, e então ele simplesmente corre e leva você? E você não me controu nada? Você estava aqui, na minha casa, e não disse nada para mim? Isso dói, Eva. Dói.

Não havia maneira de para as lágrimas depois disso. Elas vieram como uma inundação quente, vorrando minha visão e fechando minha garganta.

Pulei quando escutei a porta abrir e Will Granger entrar.

— Ela provavelmente está aqui. — Meu colega disse. — E aqui está ela—

Sua voz sumiu quando viu meu rosto, seus olhos perderam a expressão risinha atrás de seus óculos retangulares. Um braço vestido de um terno escuro apareceu e o empurrou para o lado.

Gideon. Ele preencheu o vão da porta, seus olhos fixados em mim e tão frios quanto geleiras. De repente ele estava em modo anjo vingador, seu belo terno lhe deixando tanto capaz quanto perigoso, seu rosto endureceu em uma bela máscara.

Pisquei, meu cérebro tentando processar como e por que ele estava auqi. Antes disso, ele estava em frente à mim e meu telefone estava em sua mção, seu olhar encarando a tela antes de levar o celular ao ouvido.

— Victor. — O nome do meu pai saiu como um aviso. — Parece que você chateou a Eva, então você vai ter que falar comigo.

Will saiu e fechou a porta.

Apesar das palavras cortantes de Gideon, os que dedos passeavam pela minha bochecha eram infinitamente gentis. Seu olhar estava focado em mim, o azul cheio de fúria gelada quase me fez tremer.

Puta merda, esse era o Gideon com raiva. E meu pai também estava. Eu conseguia escutar ele de onde estava sentada.

Peguei o pulso de Gideon, balançando minha cabeça, banhada pelo pânico de que os dois homens que eu mais amava pudessem terminar não gostando ou quem sabe odiando um ao outro.

— Está tudo bem. — Eu sussurrei. — Eu estou bem.

Seu olhar me varreu e ele gesticulou, Não, não está tudo bem.

Quando ele falou novamente com meu pai, a voz de Gideon estava firme e controlada—e mais assustadora por causa disso.

— Você tem o direito de estar zangado, e machucado, eu lhe concederei isso. Mas não vou deixar que minha esposa esteja no meio disso... Não, obviamente não tendo nenhum filho, não consigo imaginar.

Me estiquei para escutar, esperando que a diminuição do volume significasse que meu pai estava se acalmando em vez de ficar cada vez mais nervoso.

Gideon endureceu repentinamente, sua mão se afastando de mim.

— Não, eu não ficaria feliz se minha irmã fugisse para se casar. Além disso, não seria nela que eu descontaria...

Pisquei. Meu marido e meu pai tinham isso em comum: ambos eram incrivelmente protetores para com todos que amavam.

— Estou disponível a qualquer momento, Victor. Eu até me encontraria aí com você, se é isso o que você precisa. Quando me casei com sua filha, aceitei total responsabilidade tanto por ela quanto por sua felicidade. Se tiver consequências a serem enfrentadas, não tenho nenhum problema em enfrentá-las.

Seu olhar obscureceu enquanto ele escutava.

Então Gideon se sentou à minha frente, colocou o telefone na mesa, e colocou no speaker.

A voz do meu pai encheu o ar.

— Eva?

Respirei profundamente e apertei a mão que Gideon estendeu na minha direção.

— Sim, estou aqui, pai.

— Querida... — Ele também respirou profundamente. — Não fique chateada, okay? Estou apenas... Preciso liberar isso. Não estava esperando por isso e… Preciso para e pensar. Podemos conversar hoje de noite? Quando eu trabalhar nisso e me acalmar?

— Sim, claro.

— Bom. — Ele pausou.

— Eu amo você, papai. — O som das minhas lágrimas transpareceu na minha voz e Gideon aproximou sua cadeira de mim, suas coxas encostando nas minhas. Era incrível quanta força eu pegava dele, que alívio era tê-lo para me apoiar. Era diferente de ter o apoio de Cary. Meu melhor amigo era uma tábua de salvação, me animava, e ainda chutava bunas. Gideon era um escudo.

E eu tinha que ser forte o suficiente para admitir quando eu precisava de um.

— Eu também te amo, querida. — Meu pai disse, com uma nota de dor e luto que me apunhalou o coração. — Ligo para você mais tarde.

— Okay. Eu— O quê mais eu poderia dizer? Eu era uma causa perdida para como arrumar as coisas. — Tchau.

Gideon encerrou a ligação, depois pegou minhas mãos trêmulas nas suas. Seus olhos estavam travados em mim, o gelo derretendo em ternura.

— Você não vai ficar com verganha, Eva. Está claro?

Assenti.

— Não estou.

Ele pegou meu rosto nas mãos, seus dedos limpando minhas lágrimas.

— Não aguento ver você chorar, anjo.

Afastei a dor no coração, jogando para um canto onde eu pudesse cuidar daquilo mais tarde.

— Por que você está aqui? Como você sabia?

— Eu vim agradecer pelas flores. — Ele murmurou

— Oh, você gostou delas? — Consegui dar um sorriso. — Queria fazer você pensar em mim.

— Todo o tempo. Cada minuto. — Ele pegou meu quadril e me puxou mais para perto.

— Você poderia apenas ter mandado uma nota.

— Ah. — O fantasma de seu sorriso fez meu puslo acelerar. — Mas não cobririra isso.

Gideon me puxou para seu colo e me beijou até eu ficar sem sentidos.

Clique aqui para conferirem o trecho original em inglês. 

Caso você tenha perdido, eu já havia liberado a tradução do primeiro trecho e do segundo trecho... Abaixo estou colocando o link para acesso: 

             * Capítulo 01
             * Trecho 02
             * Trecho 03
             * Trecho 04
             * Trecho 05 
             * Trecho 06

Espero que  a Sylvia Day continue liberando mais trechos até abril... Não precisa ser exatamente em doses homeopáticas, só continue liberando... Hahaha!

Ah, outra coisa! Sylvia Day andou sinalizando por aí que não se surpreenderia se surgissem livros com a irmã de Gideon, Ireland, como protagonista... Ou seja, teremos mais coisinhas vindo por aí!

Espero que tenham gostado, e lembrem de dar os devidos créditos ao blog se forem reproduzir o texto em algum lugar.

Caso você ainda não visto, o livro já entrou em pré-venda aqui no Brasil em diversas lojas! Já garantiu o seu?
Beijos,
Mari.

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