Vi Keeland - We Shouldn't {Trecho - Tradução}


O lançamento de 'We Shouldn't' da Vi Keeland está chegando... Animados para mais um livro que promete ser sucesso?

Para aplacar a curiosidade, vem conferir a tradução de um trecho liberado pela autora!

Lembrando o esqueminha básico das traduções de cada dia do blog: se for reproduzir a tradução em algum lugar, não deixe de dar os créditos ao blog!
Model:  Lucas Bloms
Cover designer:  Sommer Stein, Perfect Pear Creative

Sinopse:
Benentt Fox entrou na minha vida em uma tenebrosa manhã de segunda-feira.
Eu estava atrasada para o meu primeiro dia no trabalho novo — um emprego que agora eu tenho que competir mesmo eu já tendo trabalhado oito anos para merecê-lo, por causa de uma fusão inesperada.
Enquanto eu levava minhas coisas para a minha nova sala, levei uma multa por estacionar em local indevido.
Uma longa fileira de carros foram multados — menos o Audi estacionado bem na minha frente, que era do mesmo modelo que o meu.
Irritada, decidi colocar o meu papel de aviso de multa no carro que tinha escapado. Na pior das hipóteses, o desavisado dono do carro pagaria a multa e ficaria por isso mesmo.
Só que eu acabei quebrando a palheta do limpador do para-brisa quando estava colocando o papelzinho no vidro do carro.
Sério, meu dia não poderia ficar pior.
As coisas começaram a melhorar quando trombei com um homem lindo no elevador. Tivemos um daqueles momentos que só acontecem nos filmes.
Você sabe como funciona... O seu corpo esquenta, fogos de artifícios disparam, e o ar ao seu redor fica elétrico.
Seu olhar intenso me fez corar quando saí do elevador.
Talvez, no final das contas, as coisas não fossem tão ruim.
Ou era isso o que eu pensava.
Até que entrei no escritório do meu novo chefe e conheci meu concorrente.
O cara lindo do elevador era agora meu inimigo. Seu olhar intenso não era por causa de uma atração mútua. Era porque ele tinha me visto vandalizar o seu carro. E agora ele não conseguia esperar por eliminar a sua rival.
Existe uma linha tênue entre amor e ódio — e nós não deveríamos cruzá-la.
Não deveríamos — mas atravessar aquela linha poderia ser tão divertido.

Trecho:

Caramba.

Era o cara lindo que eu tinha visto no elevador. E eu aqui pensando que tivemos um momento de conexão.

Bennett Fox agia como se ele já tivesse sido nomeado meu chefe e levantou a mão para me cumprimentar.

— Bem vinda a Foster Burnett.

Ugh. O cara não era apenas lindo, como ele também sabia disso.

— Na verdade é Foster, Burnett e Wren, assim como era há algumas semanas, certo? — Falo como um lembrete sutil de que este era agora o nosso local de trabalho, sorrio repentinamente agradecida pelo fato de que os meus pais me tenham feito usar aparelho nos dentes quando eu era adolescente.

— Claro. — O sorriso do meu novo inimigo era tão lindo quanto ele. Aparentemente os seus pais também eram fãs de tratamento ortodôntico.

Bennett Fox também era alto. Uma vez li numa revista onde diziam que a média de altura de um homem nos Estados Unidos era de 1,90; menos de 15% dos homens eram mais altos que 1,80. Ainda assim, a média de altura de mais de 68% dos manda-chuvas da lista do Fortune 500 era maior do que 1,80. Inconscientemente, relacionamos tamanho com poder em mais maneiras do que apenas força muscular.

Andrew tinha quase 1,90. Acho que esse care tem a mesma altura que ele.

Bennett puxa uma cadeira próxima a si.

— Por favor, sente-se.

Alto e educado. Eu já o detestava.

Durante os vinte minutos seguintes de conversa motivacional do Jonas Ster, no qual ele tentou nos convencer de que não estávamos competindo pela mesma posição, e sim abrindo caminhos como líderes de uma grande agência de marketing nos Estados Unidos, dei umas espiadas em Bennett Fox.

Sapatos: definitivamente caros. Conservadores, estilo oxford, mas com uns detalhes modernos nos acabamentos. Meu chute seria na marca Ferragamo. Pés grandes, também.

Terno: azul marinho, feito sob medida. Esse tipo de luxo mostrava que ele tinha dinheiro, mas que não precisava ostentar para impressionar você.

Uma de suas pernas estava casualmente cruzada sobre o outro joelho, como se nós estivéssemos conversando sobre o tempo em vez estarem nos dizendo que tudo pelo que trabalhamos durante doze horas por dia, seis dias por semana de repente corria o risco de ter sido em vão.

Em um momento, Jonas disse algo com o qual nós dois concordamos, e olhamos um para o outro, acenando com a cabeça. Com a oportunidade, pude fazer uma inspeção mais detalhada, meus olhos passearam pelo seu belo rosto. Mandíbula forte, rosto anguloso, nariz perfeito — o tipo de estrutura óssea que era passada de geração em geração e que era melhor e mais útil do que qualquer herança bancária. Mas seus olhos eram um show a parte: um verde profundo e penetrante que fazia contraste com a sua pele bronzeada. E que neste momento estavam olhando diretamente para mim.

Afastei o olhar, voltando minha atenção para Jonas.

— Então, o que acontece no final desse período de noventa dias? Terá dois Diretores Criativos no marketing da costa oeste?

Jonas olhou de um para o outro e suspirou.

— Não. Mas ninguém vai perder o emprego. Eu estava a ponto de contar a novidade para o Bennett. Rob Gatts anunciou que se aposentará em alguns meses. Então teremos uma promoção para diretor criativo abrindo para substituí-lo.

Não tinha nem ideia do que isso significava. Mas aparentemente, Bennet sabia.

— Então um de nós será enviado para Dallas para ficar no lugar do Rob na região sudoeste? — Ele pergunta.

A expressão do Jonas me disse que Bennett não ficaria feliz com a possibilidade de ser enviado para o Texas.

— Sim.

Nós três deixamos aquela informação ser absorvida por um momento. Embora possibilidade de ter que mudar para o Texas fizesse com que a minha cabeça começasse a funcionar.

— Quem fará essa decisão? — perguntei. — Porque obviamente você tem trabalhado com o Bennett...

Jonas balançou a cabeça e me interrompeu a minha pergunta logo no começo.

— Esse tipo de decisão, onde duas posições de gerentes sênior são fundidas em um único escritório, o comitê é quem analisará e tomará a decisão final sobre quem será escolhido.

Bennett estava tão confuso quanto eu.

— Os membros do comitê não trabalham conosco no dia a dia.

— Não, eles não trabalham. Eles encontraram um método para fazerem essas decisões.

— Que seria...?

— Baseado na escolha de três clientes grandes. Vocês dois criarão suas próprias campanhas e as apresentarão. Os clientes escolherão a que mais gostarem.

Bennett parecia um pouco abalado inicialmente. Sua compostura perfeita e afirmativa falhou quando ele se inclinou para frente e passou seus longos dedos pelo cabelo.

— Você só pode estar de brincadeira. Mais de dez anos, só para acabar dessa maneira? Eu consegui contas de meio bilhão de dólares para essa empresa.

— Sinto muito, Bennett. Sinto mesmo. Mas uma das condições na fusão com a Wren era que tivéssemos consideração com os funcionários da Wren em cargos que pudessem ser eliminados por causa de duplicidade. O acordo quase não foi fechado porque a Sra. Wren foi extremamente insistente de que não venderia a empresa do marido, só para que a nova direção mandasse embora os funcionários da empresa.

Isso me fez sorrir. O Sr. Wren estava cuidando dos seus funcionários mesmo depois de ter falecido.

— Eu aceito o desafio. — Olho para Bennett, que estava claramente puto da cara. — Que a melhor ganhe.

Ele solta um rosnado.

— Você quer dizer, que o melhor ganhe.


O livro 'We Souldn't' está previsto para ser lançado dia 21 de janeiro de 2019! Até lá, teremos mais novidades sobre o livro, fique de olho!

Adicione o livro nas suas estantes do Goodreads ➜ http://smarturl.it/f0wur9

Espero que tenham gostado, e lembrem de dar os devidos créditos ao blog se forem reproduzir o texto em algum lugar.

Para ler esse post em inglês, clique aqui!

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