Christina Lauren - Will & Hanna: The Living Situation Negotiation {Tradução!}


Oi pessoas!

Atenção fãs da série, saudades de Will & Hanna? Não mais! Hahaha.

Hoje, ou ontem (porque estou fazendo este post na virada da noite e só postarei no dia seguinte...), as autoras da série 'Cretino Irresistível' liberaram mais um trechinho do dia-a-dia do casal. Mais precisamente de um momento até que importante dos dois.

E é claro, como sempre faço, trago para vocês a tradução do texto liberado, embora pequeno, levando em consideração dos outros trechos que as autoras liberaram anteriormente.

Aviso de sempre: se forem reproduzir a tradução em algum lugar, não esqueçam dos créditos ao blog, ok?
Will  Hanna: Negociando a situação da moradia.

Will POV

A cacofonia de buzinas na janela, rudemente me tirou do sono. Rolei de costas, mantendo meus olhos firmemente fechados e dando uma respiração profunda antes de olhar no relógio. As paredes eram cegamente brancas, o ar já estava morno, insinuando o calor sufocante que iríamos enfrentar mais tarde.

De maneira alguma era tão cedo quanto meu corpo privado de sono teria querido.

Sete e meia.

Porra. Esqueci de colocar o despertador.

Sem tempo para uma corrida. Nós tínhamos dormido demais.

Hanna se alongou para me alcançar, quente e devagar, sua mão descendo pela minha barriga nua, desacelerando no rastro do caminho da felicidade e finalmente enrolando em volta do meu pau.

Acalmei o movimento crescente de sua mão, tentando me sentar, lutando contra o suave e sonolento peso de seu torso enroscado em mim. "Espera, espera, espera. Eu tenho que ir."

Com uma pequena risada, ela deslizou uma perna pelo meu quadril e se moveu para montar em mim, esfregando-se contra meu pau até que eu estivesse mais duro do que madeira.

E porra.

Me foda.

"Hanna."

"O quê?" Ela se inclinou, pressionando pequenos e quentes beijos pelo meu pescoço. "Você chegou aqui tão tarde ontem à noite." Seus lábios moveram, subindo para minha orelha, mordiscando. Seu fôlego era quente, corpo suave e maleável sobre o meu. "Eu nem escutei você entrando."

"Eu sei." Ela estava dormindo quando cheguei em sua casa e, depois de sua semana cheia de entrevistas de emprego, pela primeira vez eu não tive coragem de acordá-la. "Você estava dormindo."

Ela foi beijando o caminho até a minha orelha. "Só um pouquinho de sexo?"

Hanna mexeu o quadril sobre o meu, deslizando a cabeça do meu pau para dentro.

"Querida." Eu gemi. "Eu tenho reunião às oito e meia."

"Vamos." Ela sussurrou. "Bem rapidinho."

Ela inclinou a cabeça, deixando-a cair no meu ombro e olhando para mim com cinzentos olhos sonolentos. Levei uma mão à sua bochecha, tirando o cabelo de seu rosto. "Você sabe que eu não gosto de fazer bem rapidinho."

Um sorriso surgiu em um dos cantos de sua boca. "Eu sei, mas eu gosto."

O dia que eu pudesse resistir à Hanna Bergstrom-que-logo-seria-Summer seria o dia que eu morreria. Gemi, procurando por seu quadril e me elevando, deslizando para dentro dela.

Ela arfou, se sentando e espalmando as mãos no meu peito, se mexendo lentamente sobre mim com um sorriso.

Olhei para seus lábios, molhados e separados.

Olhei para seus peitos, mamilos endurecidos em cima das pesadas ondas.

Olhei para sua cintura estreita, a curva de seu quadril, as coxas tonificadas abraçando minha cintura.

Olhei para o único anel em seu dedo.

Puta merda.

Ela levantou uma mão para afastar o cabelo de seu ombro, e deixou o polegar da outra mão vagar para frente e para trás no meu mamilo.

E a merdinha nem tinha ao menos começado a aumentar a velocidade.

Ela estava malditamente se deleitando.

"Hanna." Eu gemi, pegando seus quadris, segurando-a para cima alguns centímetros para que eu pudesse bombear dentro dela.

Ela riu, deixando-me rolá-la de lado para que eu pudesse trabalhar meu corpo nela, o puxão suave dela ao meu redor fazia eu me sentir bêbado, tonto. Suas mãos correram pelo meu cabelo, puxando meu rosto para seu pescoço, implorando silenciosamente pelos meus dentes, por toques ásperos que a levassem para a beira do limite.

"Você é tão quente." Eu murmurei, mordendo-a gentilmente. "Tão malditamente suave. Por quê você não me acordou há uma hora? Eu poderia estar fazendo isso por uma hora."

Hanna deu de ombros, virando-se para mim. "Você esqueceu de colocar o alarme. O alarme fazer-amor-com-Hanna-antes-da-grande-reunião."

Pressionei minha orelha em seus lábios, querendo consumir seus pequenos e afiados sons que aumentavam cada vez mais, e mais sussurrados, e então ela estava arqueando em meus braços, gozando ao redor do meu pau, suas unhas apertando meu couro cabeludo.

Não achei que eu poderia chegar lá rápido—nunca pensei que eu iria alguma vez querer apressar as coisas na cama com Hanna—mas ela liderou o caminho, puxando-me para seu peito e esfregando os seios no meu rosto. Rindo, rolei sobre ela, saindo e montando duramente nela por três... cinco... dez profundas estocadas até que a intensidade do meu orgasmo correu pela minha coluna e através de mim, tirando um gemido profundo de minha garganta.
Pairei acima dela, lentamente descendo meu corpo sobre o dela e beijando-a. Olhos fechados, calma e suavemente. Me senti como sempre me sentia após fazer amor: como se eu não fosse capaz de me afastar da pele dela.
"Eu amo você." Ela disse em um beijo.
"É bom mesmo." Outra buzina soou bem alto fora da janela, tirando-me do nirvana. Dei-lhe mais um beijo em sua boca antes de me afastar com um gemido e sair da cama.
Observando-me, Hanna se sentou, puxando os lençóis sobre seu colo. "Que horário é a sua reunião mesmo?"
Olhei novamente para o relógio. "Em quarenta e cinco minutos."
"Você tem bastante tempo."
Sobre o ombro lhe lancei um olhar levemente cético e olhei na minha pequena mala, procurando. "Merda. Esqueci meu barbeador."
"Use o meu." Ela disse, encolhendo os ombros.
"Está coberto com aquela coisa de loção." Eu disse à ela, gesticulando vagamente. "Ficarei cheirando à piña colada."
"O horror."
A situação estava começando a ficar um saco.
Quero dizer... não de verdade—eu tinha Hanna todas as noites, aqui ou no meu apartamento—mas eu odiava a sensação transitória das bolsas de uma noite e as decisões diárias sobre onde iríamos dormir baseadas nos nossos horários de trabalho do dia seguinte. Estávamos apenas sete quadras de distância, porra. Não importava onde dormíamos. Eu queria todas as malditas coisas domésticas com ela—lavar roupas, preguiçosos domingos assistindo futebol juntos em casa, dividir as compras. Iríamos nos casar em alguns meses e ainda não tínhamos nenhum plano de onde iríamos morar.
Eu queria estar com ela de verdadeagora—dividir um lar. Nosso lar.
Como se ela estivesse tendo o mesmo pensamento, ela disse, "Você sabe, se você morasse aqui, as coisas seriam muito mais fáceis pela manhã."
"Ou," Eu contra-argumente, entrando no banheiro para escovar os dentes. "se você se mudasse para o meu apartamento, estaríamos sete quadras mais perto do meu escritório e eu poderia ter sete minutos a mais para fazer amor com você esta manhã."

Hanna levantou, seguindo-me para dentro do banheiro e se alongando para colocar sua bochecha próxima do meu ombro, encontrando meu olhar no espelho. "William."

Falando com a escova de dentes na boca, eu disparei. "Hanna."

Ela estreitou os olhos. "Nós já discutimos sobre isso."

Me inclinei, cuspindo e enxaguando minha boca. "Meu apartamento tem uma localização melhor."

Suspirando, ela me deu sua resposta padrão. "Aqui é maior. Você poderia usar o segundo quarto como escritório."

"Meu lugar é controlado por aluguel." Fui para o chuveiro, ligando a água.

"Aqui é quitado. É dos meus paissem aluguel. Nós poderíamos usar o seu aluguel para guardar para uma casa."

"Não quero me mudar para fora da cidade."

Ela parou, olhando para mim por algumas silenciosas respirações. "Bem, se eu não conseguir—ou quiseruma posição na Universidade de New York, nós precisaremos."
Minha Hanna era sempre gentil, generosa, cabeça aberta e curiosa—todas as coisas que eu sempre amei sobre ela—mas ela também era astuta, e sabia que teria sua cota de trabalhos em qualquer lugar do mundo.
Ela também sabia que eu poderia facilmente fazer o meu trabalho de qualquer lugar do mundo.
Então eu estava preso com as nossas atuais circunstâncias: vivendo em Manhattan, Hanna atolada em entrevistas de trabalho e pesquisa pós-doutorado, meu trabalho parecendo crescer exponencialmente com o passar dos dias. "Todos os meus livros estão lá. Todas as minhas coisas." Eu disse. "Onde eu as colocaria?"
Ela sorriu. "Você sabe onde as colocar."
Entrei no chuveiro, jogando um olhar carrancudo e brincalhão para ela.
"E todas as coisas do meu pai podem ir para Boston," Ela disse, me seguindo para debaixo da água. "Estão aqui apenas porque o lugar pareceria vazio sem elas."
"Você quer que eu me mude para cá." Eu disse, pegando o sabonete.
Hanna assentiu.
"Tem móveis que eu gosto." Eu disse à ela. "Para onde iriam?"
"Manteríamos o que você quisesse, e colocaríamos as coisas dos meus pais em um armazém."
Porra. Era difícil argumentar com isso.
"Todos os meus livros?"
Ela pegou o sabonete da minha mão, começou a ensaboar sua pele. "Eles podem ir nas estantes da sala de estar." Bolhas de sabão se formaram em seu pescoço, seus braços...
Observei como ela agarrou os seios com as mãos ensaboadas, levantando-os, fingindo lavá-los vigorosamente para que eles balançassem.
"Quero dizer, nós não temos que viver juntos ainda..." Ela não terminou a frase, fingindo focar em suas mão ensaboadas enquanto ela brincava com as minhas duas coisas favoritas no mundo. 
Meu pau se levantou no meio de nós, pronto para a ação novamente.
"Olha para você trabalhando em mim." Rosnei.
Seu sorriso era brincalhão, entregues pelo rolar de olhos. "É. Um pouquinho."
"Você acha que tudo o que você precisa fazer é balançar os seus peitos para mim e eu me mudarei para cá?"
Ela empinou o peito para frente, balançando-os com um enorme sorriso.
Com um gemido, me inclinei, chupando seu pescoço e me perguntei se eu conseguiria nos tirar do ar em cinco minutos desta vez.
"Okay, amor. Eu me mudo."
 
Deu para matar a saudade de Will e Hanna?  O problema é que deixou com um gostinho de quero mais... Hahaha.

Lembrando que se forem colocar a tradução em algum lugar, não esqueçam de dar os créditos ao blog!! Agora, se você quiser ler o texto na versão original, clique aqui, que você irá direto para o site das autoras, Christina Lauren.

Espero que vocês tenham gostado!

Beijos,
Mari.

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