Christina Lauren - Beautiful Bastard 03 - Trecho: Como Jensen descobriu

Surpresinha Irresistível!

Quem acompanha o blog, sabe que é de praxe eu postar algumas traduções de trechos de livros que são liberados pelos autores(as).

E é óbvio que não poderia deixar passar em branco a cena deletada do livro do Will e da Hanna, 'Playboy Irresistível', que as autoras liberaram dia 27, mais conhecido como: ontem. Mas como ontem estava participando de um evento literário, só hoje consegui postar.

Ok, vocês devem estar curiosos! Então, a cena em questão se dá depois do capítulo 20, mas antes do epílogo. Vamos ao que interessa!

Como sempre, o aviso já conhecido por vocês: se forem reproduzir a tradução em algum lugar, não esqueçam dos créditos ao blog, ok?

Esperançosamente, na vida de cada homem há momentos em que ele se sente o cara mais feliz do mundo. Para ser justo, minha vida parecia completa desde conheci Hanna, mas quando entrei no apartamento dela depois de um dia de trabalho infernal, e a vi em frente ao espelho do quarto usando um deslumbrante vestido de seda, tive que tomar algumas respirações profundas.

Observei enquanto ela examinava seu reflexo, virando de um lado para o outro antes de encontrar meu olhar sobre seu ombro.

"Hey, Gisele, por que tão chique?" Eu perguntei, deixando minha maleta aos meus pés.

Hanna me deu um sorriso insolente. "Eu estava limpando o armário."

Eu a olhei de cima para baixo, sorrindo. "Posso ver isso."

"Isso estava pendurado lá no fundo, e eu queria ver se ainda servia."

Eu a segui quando ela se virou e caminhou para o corredor da cozinha, pegando uma boa visão da curva de seu quadril coberto com seda. "Eu voto por sim. Particularmente de trás."

Ela estendeu os braços ao seu lado e olhou para baixo. O vestido era um rosa escuro, mais justo no peito e com uma saia esvoaçante que parecia feita de centenas de pétalas. Era atraente - e bonito - embora ele não se parecesse em nada como algo que a minha doce, casual Hanna pudesse tirar do armário.

"Está um pouco grande." Ela disse, virando-se de frente para mim com seu queixo grudado no peito enquanto ela olhava para baixo. "Especialmente nos seios."

Agora que ele mencionava isso, estava estranhamente espaçoso na frete, e apenas me tomou uma pequena e frágil respiração para saber o porquê.

"Oh, você tinha ele antes da tragédia." Abaixei a cabeça.

Ela olhou para mim, sorrindo. "A redução foi uma das melhores decisões que eu já tomei. Não sinto a mínima falta deles. De qualquer maneira, você nem mesmo sabe como eles eram antes."

"Você sabe como eu me sinto em relação aos seus peitos, querida. Por que você continua a me gozar pela minha religiosa filiação?"

Hanna riu enquanto pegava uma caixa de fotos que ela deve ter encontrado enquanto estava fazendo a limpeza, e as colocou no balcão.

"Eu acho que você ainda os adora." Ela disse, enrubescendo. Duas semanas de constantes flertes e sexo depois da nossa grande reconciliação e eu ainda podia fazê-la corar? Porra, sim.

"Eu adoro eles." Eu disse reverentemente. "Eu sinto falta deles quando vou para o trabalho. Se você me deixasse mandar mensagem de texto para eles, eu teria que aumentar meu plano de dados."

Hanna revirou os olhos e eu fiquei atrás dela, fechando meus braços ao redor de sua cintura.

"Já faz dez horas desde a última vez que os vi." Eu disse para ela, tirando seu cabelo do ombro e pressionando um beijo em sua pele.

"Dez horas inteiras?"

Eu concordei com a cabeça, meus dedos correndo pela linha do pescoço de sue vestido.

"Você quer que eu tire isso para que vocês possam se reunir?" Ela sussurrou, e eu balancei a cabeça.

Deslizando minhas mãos para frente de seu peito, cobrindo seus seios, eu perguntei. "Você acha que eu vou deixar passar a chance de foder você no seu vestido de formatura? Você não me conhece muito bem."

Ela riu, descansando a cabeça contra meu ombro. Eu me curvei, sugando a pele suave onde o pescoço encontrava a clavícula.

Com uma mão em suas costas e outra em sua cintura, a inclinei contra o balcão. "Nós não fizemos aqui ainda." Eu disse à ela. "Eu não tive você na sua cozinha."

Ela me observou sobre o ombro, o lábio preso entre seus dentes enquanto eu levantava camada após camada de material sedoso sobre seu quadril. "Eu acho difícil de acreditar." Ela disse. "Embora eu deva admitir que as duas últimas semanas foram um pouco confusas."

"Eu tive você na minha cozinha." Eu disse, ajoelhando-me atrás dela. "Mas a luz é diferente aqui. O balcão é um pouco mais baixo. O teto mais alto. Eu aposto que vai parecer completamente diferente."

Sua pele era cremosa contra as cores vibrantes do tecido do vestido. Suas longas, fortes pernas se afastaram enquanto eu ia beijando meu caminho de seu joelho para uma bunda tão maravilhosa que eu queria morder. Ela estava com uma das minhas calcinhas preferidas e prendi a respiração enquanto eu as abaixava de seu quadril, e observava tornarem-se uma poça de cetim rosa no chão.

Deslizei a ponta do dedo contra seu clitóris, meus olhos fechando com a maneira como ela se inclinava contra minha mão, gemendo suavemente. Mordendo cuidadosamente meu caminho para cima de suas pernas, eu pergunto. "Quem levou você para o baile de formatura?"

Ela gaguejou alguns sons antes de gemer. "O quê?"

"Formatura." Eu sussurrei, beijando sua coxa. "Quem foi o seu par?"

"Oh." Sua resposta saiu tensa. "Um... Robbie Meyers?"

Seus tendões estavam apertados sob meus dedos, a pele lisa e firme. Tive um longo dia no trabalho e pensamentos de ir para casa e ficar com Hanna eram o que me seguravam de perder meu temperamento em diversas reuniões. Eu iria fodê-la até que ela não pudesse mais ficar em pé, mas iria tomar meu tempo. "Me fale sobre o tal do Robbie."

Ela riu, empurrando seu corpo contra minhas mãos. "Ele era presidente do clube de xadrez."

Rosnando, eu perguntei. "Você tocou no bispo dele?"

Hanna riu novamente, bufando e rindo ainda mais. "Não. Ele beijava como uma vaca."

Eu sorri contra a pele de sua coxa, abaixo da suave curva de sua bunda. "Pobre Robby."

"Pobre de mim! Ele basicamente lambia minha cara inteira."

Lambi a curva de sua nádega, murmurando. "Eu pensei que você gostava de línguas."

Ela gemeu, as pernas se afastando, convidativas. "Eu gosto da sua."

Sussurrante, eu perguntei. "Onde você gosta mais?"

"Aí." Ela sussurrou enquanto eu lambi e mordi, empurrando suas pernas separadas para beijar sua buceta. "E ."

Palavras se esvaíram e eu me abaixei, beijando-a profundamente, chupando onde ela estava molhada e doce até que ela estivesse gemendo impacientemente, inclinada ainda mais, agarrando o balcão.

Eu já sabia cada um de seus pontos muito bem, mesmo enquanto ela estava de pé, virada para longe de mim: o ritmo de seu quadril, como ela ficaria na ponta dos pés quando ela estivesse perto, seus pequenos suspiros ofegantes. 

Os sons dela começaram pequenos e foram aumentando até que encheram a cozinha, afiados e roucos, palavras sem sentido misturadas com meu nome. Contra meus lábios eu podia sentir os suaves espasmos de seu orgasmo e a beijei, beijei e beijei, de alguma maneira encontrando paciência para o meu próprio orgasmo e mais urgente por outro dela.

"Você tem gosto de mel." Eu lambi suas coxas, apertando sua bunda com minhas mãos. "Você sempre tem gosto doce para mim. Eu quero viver com o gosto da sua buceta na minha"

A porta da frente se fechou, e sons de sapatos riscaram o chão de madeira.

Endireitando-se, Hanna empurrou loucamente seu vestido para baixo.

"Jensen!"

Meu cérebro demorou dois segundos inteiros para processar a porra do que ela tinha acabado de dizer.

Oh. Oh merda.

Os pais de Hanna eram os donos do apartamento. Era claro que Jensen tinha as chaves.
Escutei o irmão mais velho de Hanna e meu colega de quarto universitário começar a falar e então parar antes de finalmente dizer. "Por que você está usando o seu vestido de formatura?"

"Por que você entrou no apartamento onde eu moro?" Ela disparou de volta, em sua voz um crescente pânico.

Ele não podia me ver atrás do balcão, mas eu sabia sem calcular muito que seria difícil continuar escondido; eu não tinha a mínima ideia do por que de ele estar aqui ou por quanto tempo ele iria ficar.

Hora de dançar conforme a música.

Tossi, levantando atrás dela. 

Apontando o dedo para mim, Hanna explicou. "Will estava arrumando a pia."

Jensen olhou para nós, aturdido. "O quê?"

"Jensen" Eu comecei.

Mas Hanna me cortou. "Eu estava... limpando." Ela olhou ao redor, procurando pelo resto de sua história se formar. "E achei esse vestido."

Eu sabia que este dia seria inevitável—o dia no qual Jensen descobriria sobre nós—e embora eu tivesse imaginado isso acontecendo com um pouco mais de ajuda para o nosso lado, isso seria bom demais. E com Hanna, eu sabia que só iria melhorar. E por melhorar, quero dizer só piorar.

Me encostei contra o fogão, deixando que ela falasse tudo.

"Encontrei no armário do segundo quarto," Ela gaguejou. "e vesti, e vim pegar algo para comer mas quando descasquei algumas cenouras tentei usar o triturador de lixo mas estava emperrado então eu chamei o Will—porque ele sabe dessas coisas e estava super perto, apenas sete quadras de distância—e ele veio." Ela se virou para olhar para mim sobre o ombro com um sorriso maníaco em seu rosto. "Obrigada, Will!"

Saudei-a e cometi o erro de levantar a mão e limpar minha boca. Os olhos de Jensen arregalaram horrorizados. 

Ele voltou seu olhar para Hanna enquanto ela continuava falando: "E é por isso que ele estava de joelhos atrás do balcão e eu ainda estou no meu vestido de formatura."

O silêncio caiu na cozinha, e Jensen lentamente voltou seus olhos para mim.

Sorri com cautela em reconhecimento. "Hey."

"Yeah." Ele disse, roçando os dedos contra seu maxilar. "Will, vou precisar saber desde quando você está dormindo com a minha irmã."

Eu respondi, "Algumas semanas." Bem quando Hanna deixa escapar. "O quê? Isso é loucura, não estamos!"

Eu pisquei para ela, e senti minhas sobrancelhas subirem. "Hanna." Eu sussurrei, segurando o riso. "Desista."

"Okay, está bem. Algumas semanas." Ela murmurou, sorrindo.

"Desde a páscoa?" Ele perguntou, incrédulo.

Nós dois assentimos.

Hanna se remexeu, dando um pequeno encolher de ombros. "Antes, na verdade."

"Bem, isso certamente explica o desaparecimento do Jesus de cerâmica. Parecia que você estava empurrando para baixo da camisa dela."

Eu gemi. Nunca me esqueceria disso.

"Mas estamos apaixonados há mais tempo do que isso." Hanna disse suavemente.

Isso chamou a atenção de Jensen. Eu poderia dizer que pela maneira como o peito de Jensen afundou parecia que ele fora empurrado.

"Você está apaixonada pelo Will?"

"Ele está apaixonado por mim, também." Hanna adicionou com um pequeno quebrar de sua voz.

Eu assenti. "Completamente."

"Eu vivi com você por cinco anos." Ele disse para mim, balançando a cabeça. "Como você acha que vou me sentir sobre você e a minha irmãzinha?"

Observei Jensen, escolhendo cuidadosamente minhas palavras. Eu conhecia ele melhor do que quase todo mundo. Se ele não tivesse um punho plantado em meu rosto, ele já estava de boa com isso.

Ele provavelmente também sabia que não importaria se ele estivesse de boa ou não; Hanna me amava.

"Nós estamos juntos, Jens." Eu disse para ele. "Eu amo ela."

"Além disso, se alguém foi idiota sobre isso," Hanna disse. "fui eu."

"Bem, é." Eu disse para ela com um sorriso e um rosnado. "Mas está tudo bem agora."

Jensen olhou para ela, então voltou novamente para mim conforme falávamos, seus olhos movendo entre nós como se ele estivesse observando a lenta partida de tênis na história do tempo.

Fui em direção à geladeira, pegando duas cervejas, sentindo a necessidade crescente delas. Jensen me observou abrir as garrafas, deslizando uma para o seu lado do balcão, e então pegar um copo de água gelada para Hanna. Sem pensar, beijei sua têmpora quando passei o copo para ela.

Aparentemente sem pensar também, ela suspirou, fechando os olhos enquanto se inclinava para mim.

"Puta merda." Ele finalmente disse, indo se sentar à mesa da cozinha. "Eu não tenho nenhuma ideia de como não vi isso chegando."

"Eu realmente não achava que você ficaria sabendo dessa maneira." Hanna disse, antes de tomar um gole de água. "Mas para ser justa, você meio que sugeriu que eu saísse mais com o Will."

Jensen levantou uma mão. "Eu não quero pensar sobre isso. Nunca mais." Ele olhou para a irmã, horrorizado. "E eu sei que o Will não estava arrumando a maldita pia. Deus, Hanna, vá tirar esse vestido de formatura."

Hanna bufou. "Não, seu idiota mandão."

Ele balançou a cabeça para ela, bebendo um longo gole de cerveja.

"Eu vou usar isso a noite toda." Ela disse, indo em direção ao corredor. "De fato, vou colocar sapatos e então meu irmão e meu namorado vão me levar para jantar."

Observamos ela desaparecer no corredor. O silêncio reinou na cozinha, e sem a energia borbulhante de Hanna no local, nós dois mexíamos com nossas garrafas, incertos de como proceder.

"É bom." Eu reassegurei para ele. "Ela é para mim."

Jensen assentiu, observando o rótulo de sua cerveja antes de olhar para mim com um lento sorriso crescente. "Quanto você quer apostar que ela irá voltar com tênis de corrida sob aquele vestido?"

Eu não queria que aquele momento ficasse pesado com sentimentos, mas senti uma onda de gratidão tão aguda que me deixou lutando para responder por umas respirações. Meu melhor amigo da universidade iria fazer parte da minha família.

Eu sorri, e se transformou em risada quando escutei o suave barulho dos tênis de Hanna contra o chão de madeira. "Eu nem iria apostar."
Eita lasqueira! Hahaha, que cena! 

Se vocês quiserem a versão original, em inglês, clique aqui.

Se você acompanha o blog, sabe como eu adoro essa série, mas se você é novato por essas terras compulsivas, abaixo estou colocando os links para os meus comentários sobre a série e outras traduções:

        * Livro 1 - Beautiful Bastard - Cretino Irresistível
        * Livro 3.5 - Beautiful Beginning - Noiva Irresistível
        * Livro 3.6 - Beautiful Beloved
        * Livro 4 - Beautiful Secret

Trechos traduzidos:

Lembrando que qualquer informação ou tradução que forem reproduzir em algum lugar, não esqueçam de dar os devidos créditos ao blog...

Espero que vocês tenham gostado!

Beijos, 
Mari.

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